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quinta-feira, 14 de julho de 2011

O Respeito pelo Mistério

Deus não tem que nos explicar seus caminhos.

Por Christianity Today Por João Calvino
 
 
Ponderando sobre as regras de Deus para as questões humanas, devemos evitar dois erros comuns.
Embora a bondade de Deus possa, às vezes, ser claramente discernida na história, outras vezes as causas dos eventos podem estar escondidas. Isto faz com que alguns imaginem que os assuntos humanos transitam na confusa esfera do acaso, enquanto outros falam como se Deus estivesse se divertindo, sacudindo a humanidade para cima e para baixo como uma bola.
Os cristãos, por sua vez, crêem que as deliberações de Deus estão de acordo com um motivo maior. Em todos os eventos seu propósito é também testar a paciência do seu povo, corrigir a sua imoralidade, domar a sua devassidão, reforçar a sua autonegação, movê-lo da inércia – ou perturbar o orgulho e combater os planos do inimigo da nossa fé. Não importa o quanto suas razões específicas possam escapar à nossa percepção, podemos estar certos de que as razões estão nEle. Então, podemos exclamar como Davi: “Senhor meu Deus! Quantas maravilhas tens feito! Não se pode relatar os planos que preparaste para nós! Eu queria proclamá-los e anunciá-los, mas são por demais numerosos!” (Salmos 40.5).
Dito isto, devemos também notar como Cristo declara que há algo mais nos desígnios de seu Pai do que meramente o desejo de nos castigar. Pois ele diz sobre o homem cego de nascimento: “Nem ele nem seus pais pecaram, mas isto aconteceu para que a obra de Deus se manifestasse na vida dele” (João 9:3). Cristo declara que, se tivéssemos uma visão clara, poderíamos constatar, mesmo neste caso, que a glória de seu Pai é brilhantemente revelada. Logo, não podemos compelir Deus a prestar contas de seus caminhos, mas em humildade, respeitar seus juízos secretos.
Por outro lado, quando surge este assunto, muitos expõem tolices monstruosas. Eles sujeitam as obras de Deus ao seu próprio raciocínio, presumindo conhecer os juízos secretos de Deus e fazem um julgamento prematuro de coisas que são extremamente misteriosas. O que pode ser mais irracional do que insultar os juízos eternos de Deus? Não é de se estranhar que tantos hoje em dia levantem-se contra a doutrina da orientação divina, ou a ataquem com suas injúrias. Nós, cristãos, somos justamente criticados por não estarmos cumprindo os mandamentos de Deus, nos quais a vontade dEle é compreendida de forma mais clara, e não simplesmente sustentando que o mundo seja governado por um Deus sábio.
Certamente, até mesmo na Lei e no Evangelho, encontramos mistérios que transcendem a nossa capacidade de compreensão. Quando, porém, Deus ilumina nossas mentes com a sabedoria do alto, eles não são mais um abismo, mas um caminho no qual podemos andar com segurança – uma lâmpada para guiar nossos pés, uma escola da verdade, clara e certa. Mas a admirável maneira que Deus usa para governar o mundo é justamente chamada de abismo porque, enquanto estiver escondida de nós, é para ser reverentemente adorada.
Dizia Agostinho: “Assim como não conhecemos da melhor maneira todas as coisas que Deus faz a nosso respeito, devemos, com boa intenção, agir de acordo com a Lei”. Deus dá a Si mesmo o direito de governar o mundo, seja, então, a nossa lei a humildade e a submissão para aceitarmos sua suprema autoridade. Esta é a única regra de justiça e a mais perfeita causa de todas as coisas – a ilimitada providência dominante, da qual nada flui que não seja correto, embora as razões possam ser ocultas.
 

segunda-feira, 11 de julho de 2011

CRISTO, UM EDUCADOR CONTEMPORÂNEO



Considerações preliminares

O ministério terreno de Cristo teve por essência o ensino. Todos os seus atos – inclusive os milagres – não fugiram à regra. Onde quer que estivesse, ele tinha uma meta: ensinar as pessoas. As situações aparentemente mais corriqueiras serviam-lhe de instrumento para expor uma lição aos seus ouvintes. Jesus viveu movido por este propósito e empregou as estratégias certas para cumpri-lo.

Igualmente, a Igreja hoje exerce o ministério pedagógico. Essa é a sua prioridade. O complexo mundo pós-moderno impõe-lhe o dever de multiplicar as suas energias nessa direção e ter como foco, sobretudo, as crianças, pois é nos primeiros anos de vida que ocorre a estruturação psicológica do indivíduo.

Não desconhecemos o avanço da pedagogia, nem lhe tiramos o mérito de introduzir novas formas de pensar a educação para que os objetivos do ensino sejam alcançados. Mas estas são as grandes perguntas de nossa reflexão: os métodos de Jesus continuam válidos para a época atual ou perderam a sua eficácia? Se Cristo vivesse sua humanidade hoje como seria a sua forma de aproximação das pessoas? Se a pedagogia põe ao nosso dispor novas ferramentas para cumprir os objetivos do ensino, em que podemos aprender com os métodos de Jesus?

Um homem afinado com o seu tempo

Para que tenhamos uma visão clara sobre isso, precisamos primeiro descobrir como Jesus se relacionou com a sua época, envolvendo não só a questão religiosa, mas também a cultura e os aspectos sociais. Esta premissa é necessária para que não se tenha a idéia, pela leitura equivocada dos evangelhos, de que o Mestre tenha sido uma pessoa alienada do contexto em que viveu.

Não obstante Cristo ter nascido para cumprir os propósitos de Deus de implantar o Novo Concerto entre os homens, do qual seria o mediador através do próprio sacrifício vicário, sem nenhum vínculo formal com o judaísmo, a sua nacionalidade judaica não foi uma circunstância, mas uma necessidade espiritual, profética e teológica. Deus usou a nação de Israel para ser a depositária de sua revelação à humanidade. Portanto, o Salvador do mundo, enquanto homem, teria de vestir-se de judeu para cumprir os propósitos divinos.

Assim, Cristo foi em tudo uma pessoa afinada com o seu tempo. Ele viveu como judeu, cumpriu os ritos do Antigo Concerto, incorporou em sua prática diária os elementos básicos de sua cultura e fez uso das convenções sociais de então nos seus relacionamentos. É óbvio que confrontou os erros, condenou a hipocrisia religiosa, combateu o formalismo da fé, proclamou as boas novas do novo tempo que Ele próprio representava, mas sempre se utilizou de ferramentas judaicas para isso, inclusive na arte de ensinar ao povo.

Em suma, esta é a expressão que melhor resume como o Mestre se comportou em sua vida humana: um homem contemporâneo.

Um homem que conhecia as necessidades humanas

Outra peculiaridade de Jesus está na importância que dava aos relacionamentos. Ele não deixou de valorizar os momentos a sós com Deus, onde renovava as forças para os embates diários, mas ocupava grande parte de seu tempo em contatos com as multidões e as pessoas em particular. Ele o fazia porque conhecia as necessidades humanas. Esse era o foco de sua atenção. Essa era a prioridade do seu ensino.
Qualquer que fosse a forma de aproximação de alguém necessitado, ou da própria multidão, o Senhor conduzia o processo até chegar ao âmago do problema para então propor os caminhos para a mudança de curso e a restauração pessoal ou comunitária. Mas o ponto de partida nunca se constituía de um discurso vazio e sem levar em conta o que importava: a necessidade do próximo.
Em outras palavras, o ensino não pode ser superficial, nem apenas formal. É preciso considerar o que as pessoas necessitam e ponderar sobre como é possível levá-las a mudar a sua concepção e a pôr em prática os conceitos aprendidos para que façam sentido em sua vida e produzam aperfeiçoamento.

Isso implica em convivência, compartilhamento, aceitação do ser humano, capacidade de avaliar as reações alheias, interesse pelo que as outras pessoas vivem e sentem, e disposição para ser mais que um professor: tornar-se um verdadeiro pedagogo, segundo a etimologia do termo grego, um condutor de alguém ao verdadeiro aprendizado. Esse foi o sentimento que moveu o coração de Cristo em sua compaixão pelo homem.

Um homem que dominava os rescursos pedagógicos

Em vista do que acabamos de expor, Jesus sabia fazer uso dos recursos pedagógicos e os aplicava à luz das especificidades humanas. Ele não era um autômato que seguia a mesma rotina em todos os casos. Mas agia como um conhecedor dos problemas humanos.
Os diálogos do Mestre não se restringiam à mera ocupação do tempo, mas tinham objetivos bastante definidos; suas perguntas retóricas não eram para demonstrar conhecimento, mas instrumentos para chegar a um fim; suas parábolas não o tornavam um simples contador de histórias, mas levavam-no a estabelecer analogias consistentes; os seus simbolismos não ficavam no mundo abstrato, mas eram extraídos da linguagem do povo para que este o compreendesse – em qualquer situação o método era aplicado conforme o propósito.

Quando a circunstância exigia conduzir o processo pedagógico etapa por etapa, esse era o caminho; quando o confronto direto se impunha, esse era o método; quando a demonstração de atitude era mais forte do que as palavras, esse era o comportamento. Mesmo naquelas situações que envolviam a logística, o Senhor preocupou-se em criar condições para que seus ouvintes não tivessem nenhuma dificuldade que os impedissem de ser alcançados.

Portanto, quando se olha para a tríplice perspectiva do ministério terreno de Cristo – ensinar, pregar e curar – percebe-se com bastante precisão que Ele não perdia as oportunidades de cumprir os seus propósitos pedagógicos. Qualquer que fosse o contexto, nunca deixava de ser contemporâneo na forma de falar às pessoas em busca do fim desejado.

Um homem cujos métodos permanecem atuais

Após esta reflexão, chegamos então à nossa grande pergunta: permanecem ainda atuais os métodos empregados por Jesus? A resposta é positiva. À medida que a pedagogia avança, novos conceitos são incorporados, outros vão sendo aperfeiçoados. Não se discute, por exemplo, a importância da tecnologia para a educação. Entre o antigo flanelógrafo e um moderno data show a distância é muito grande. Ninguém, em sã consciência, abre mão do último recurso, se estiver disponível.

Todavia, se nos dermos ao gratificante trabalho de comparar conceitualmente os recursos da pedagogia moderna com os métodos empregados por Cristo, numa época em que as limitações físicas eram enormes e o sistema educacional não dispunha das mesmas facilidades de hoje, temos de convir que o Mestre sempre esteve na vanguarda. Não só o seu ensino continua atual – e jamais deixará de sê-lo – mas os seus métodos se constituem em excelente modelo para a nossa prática pedagógica.

Quando estudamos as várias correntes da pedagogia, descobrimos conflitos entre uma e outra escola. Mas há também nelas verdades que se complementam. Se cotejarmos essas verdades à luz dos métodos de Cristo, veremos por fim que o Senhor, para o nosso exemplo, “ousou” antecipá-las na realização do seu ministério pedagógico.

Conclusão

A conclusão se dá, portanto, em duas vertentes. Na primeira, somos levados a crer que temos muito a aprender com o modelo pedagógico de Cristo. Sem desconsiderar o que os especialistas de hoje nos apontam como tendências da educação, no seu aspecto positivo, nunca devemos abrir mão de compreender que o Senhor continua sendo o nosso modelo de melhor educador.

Na segunda, temos também de aceitar que se Jesus vivesse fisicamente entre os homens nos dias atuais, não se furtaria em estar na vanguarda da educação com o propósito de levar os seus ouvintes modernos a compreenderem cabalmente o seu ensino. Repita-se: Ele é o nosso exemplo, somos seus imitadores, exerçamos a nossa responsabilidade pedagógica em toda a sua plenitude.

sábado, 9 de julho de 2011

O Verbo do Casamento - Reflexão Pessoal


SER ou ESTAR, eis a questão.

Não se trata de aula de português ou mesmo de uma peça teatral. Trata-se de uma questão que vem sendo banalizada com o passar do tempo. O casamento: hoje não é mais o que a Bíblia descreve, ou o que foi idealizado por Deus, seu criador.

A resposta que se ouve hoje quando uma pergunta referente é levantada é: “Ah, no momento ESTOU casada sim”. Como assim ESTÁ? Não ESTAMOS casados ou não, SOMOS casados ou não! 

ESTAR casados é como estar gripado, ou estar triste, uma condição passageira. No momento, a pessoa ESTÁ alguma coisa. O verbo ESTAR traz essa condição de passagem.
Bem diferente de SER casados. Quando um casal se compromete um com o outro, passa por cerimônia civil e religiosa para marcar esse momento. Alguns nem devem saber o que é isso. Apenas pegam algumas roupas (somente algumas, afinal, todas seria definitivo) e escolhem um cantinho ao lado do(a) companheiro(a) que, no momento, é tão empolgante. Mas, de fato, SER casado é algo que,biblicamente, só deve terminar com a morte de um dos cônjuges.

Não, não se trata de algo do tempo dos meus bisavós. O assunto é sério e atemporal. Quando Deus planejou o casamento, mostrou claramente as regras para isso. “Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.” Efésios 5:31

Percebam que o versículo não diz que ESTARÃO uma só carne, mas que SERÃO uma só carne. Não há como trocar, confundir os dois verbos. Para SER, é preciso entrega total, doação, mudança, tornar-se o outro. Fácil não é, mas vale a pena.

Mas há ainda muitos casais que mesmo tendo passado pelos trâmites legais e pela cerimônia religiosa, continuam a usar o verbo errado no seu casamento. Principalmente ao cristão não é conveniente, ou mesmo permitido usar o verbo ESTAR no casamento. Não é possível obedecer a Deus se o nosso eu é mais importante. Para SER UM, é preciso deixar o individual para sobressair a parceria.

Quando um casal de namorados decide se casar, ele o faz para a vida toda e não somente enquanto der certo. A maneira banal como essa união concebida por Deus tem sido tratada já nos traz conseqüências sérias na família e na sociedade. 

As famílias desfeitas também estão desfazendo vidas. A maneira rebelde e confusa como a maioria das crianças, adolescentes e jovens tem agido, é conseqüência do que percebem no lar. 

O discurso dos modernos de que cada um precisa pensar em si mesmo, exclui a família. Quando um indivíduo, pensando em si mesmo, deixa o compromisso assumido com seu cônjuge, deixa também de pensar em tudo o que envolve o casamento. Mães que precisam deixar de dar atenção completa aos filhos, para assumir o sustento do lar, nem sempre com sucesso. Filhos que buscam um parâmetro, um ideal, mas que só encontram padrões em filmes e beleza em ser mais poderoso.

O valor atual está em se ser o melhor, o mais forte. Novamente um pensamento  egoísta. Não somos seres individuais, somos dependentes uns dos outros. É muito bom se amar, mas não a ponto de aniquilar o outro.

Se houver casamento, há compromisso. Se há compromisso, ele é permanente. Se é permanente, o verbo correto é o SER e não o ESTAR.

Se você é casado, desenvolva nele o verbo correto, o SER. Se ainda não se casou, decida consciente de que é um compromisso que estará assumindo de modo permanente. E lembre-se de que os dois não estarão sozinhos, Aquele que criou o amor, que é o próprio Amor, fará com que vocês SEJAM um.
Diane Portugal Scarabelli Monteiro 

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Escola Bíblica de Férias

CONVITE

Dias 21, 22, 23 com encerramento dia 24 pela manhã, acontecerá a EBF na Igreja Batista Esperança - DF.
Você está convidado desde já. 

Abaixo, a primeira parte do rascunho do planejamento da EBF.
Use, modifique, melhore, aprimore para o trabalho de Deus.


IGREJA BATISTA ESPERANÇA
Ministério de Educação Cristã
EBD / EBF 2011

Data – 21, 22, 23 e 24 de julho de 2011
Horário – 13h às 18h

TEMA – Que alegria, Deus me ama!!
DIVISA – Deus, no entanto, mostrou seu grande amor por nós, enviando Cristo para morrer por nós enquanto ainda éramos pecadores. (Rm 5.8)
OBJETIVOS – Oportunizar às crianças conhecer que o amor de Deus por elas é muito grande a ponto de morrer para salvá-las. Que cada uma reconheça esse amor e que o aceite de forma pessoal.

TEMAS E DIVISAS POR FAIXA ETÁRIA

Idade
Tema
Divisa
2 e 3
Deus me ama
“Deus é amor” 1 João 4.8
4 e 5
Deus me ama
“O amor é de Deus”  1 João 4.7
6 a 8
Histórias do amor de Deus
“Eu amo aos que me amam”  Pv 8.17
9 a 11
Histórias do amor de Deus
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”  João 3.16
12 a 14
O amor de Deus Hoje
“Nesta atitude nós vemos o que é o amor verdadeiro: não é o nosso amor por Deus, mas sim o seu amor por nós, quando nos enviou o seu Filho para acalmar a ira de Deus contra os nossos pecados.” 1 João 4.10

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

Abertura – 13h às 13h40

Horários
Oficina de Histórias
Oficina de Artes
Oficina de Jogos
Oficina de Música
13h50/14h30
4 e 5 anos
12 a 14 anos
9 a 11 anos
6 a 8 anos
14h40/15h20
6 a 8 anos
4 e 5 anos
12 a 14 anos
9 a 11 anos

Intervalo – Lanche – 15h30/16h00

16h10/17h00
9 a 11 anos
6 a 8 anos
4 e 5 anos
12 a 14 anos
17h10/18h00
12 a 14 anos
9 a 11 anos
6 a 8 anos
4 e 5 anos

ABERTURA

I – Músicas para a chegada – Recepção
II – Momento de Oração
III – Músicas Sociais
IV – Temas/Divisas
V – Encerramento/Divisão em Oficinas

 EQUIPES

Oficina de Música (cânticos, coreografia...)
Equipe de Ornamentação
Classe de Mães (palestras e oficinas de atividades manuais)
Equipe de Segurança
Equipe de Lanche (preparar e servir)
Oficina de Histórias (bíblicas e morais)
Equipe de Inscrição e Secretaria
Equipe de Recreação (e jogos)
Oficina de Artes
Equipe de Oração (durante a EBF)
Equipe de Conservação de Resultados (após a EBF)
Monitores (2 e 3 anos)
Monitores (4 e 5 anos)
Monitores (6 a 8 anos)
Monitores (9 a 11 anos)
Monitores (12 a 14 anos)
Enfermagem
Voluntários Diários
Som
Multimídia

HORÁRIO DIÁRIO PARA A CLASSE DE 2 E 3 ANOS

Local

A turminha permanece nas salas o tempo após a divisão em grupos.
Os monitores devem acompanhar qualquer saída das crianças, inclusive ao banheiro.



Horário
Atividade
Orientações
12h40
Chegada dos Monitores
Preparo da sala para a chegada das crianças.
12h50
Recepção
Os monitores recebem as crianças à porta do templo quando colocam o crachá e orientam o local onde sentarão. É necessário permanecer sempre com os pequenos.
13h
Abertura no Templo

13h40
Divisão em direção às salas

13h50
Lanche
As crianças recebem um lanche ao se acomodarem nos seus lugares.
14h20
Tema e divisa
Os monitores repetem o tema e a divisa da classe com os pequenos.
14h30
História 1
A história deve ser contada com a participação dos pequenos. Use gestos e figuras diversas. Ao final, converse sobre a história.
14h50
Oficina de Artes
Atividade relacionada à história contada.
15h30
Oficina de jogos/recreação
Momento de descontração com jogos e brincadeiras (como os de roda, por exemplo).
16h
Lanche

16h20
Livre

16h40
Cânticos recreativos

16h50
Oficina de Artes
Expressão livre.
17h15
Preparo para a saída
Pedir que as crianças ajudem na arrumação da sala.
17h30
Saída
As crianças são entregues aos responsáveis.

TEMA – Deus me ama
DIVISA – “Deus é amor” – 1 João 4.8

HISTÓRIAS

1º dia – Deus fez o mundo (Gn 1) – “Tudo que Deus criou é bom” (1 Tm 4.4)

SUGESTÃO – Antes de começar a contar a história, faça um passeio fora do prédio olhando para tudo à volta no mundo que Deus criou. Pergunte sobre o que Deus criou. Pergunte se possui bichinhos em casa, ou se conhece alguém que tenha. É possível levar um bichinho para as crianças brincarem, como um pássaro. Diga que Deus é muito bom, que Ele nos ama e que criou a natureza e as pessoas para que sejam suas amigas. Volte para a sala e inicie a história. Use bastante figuras para ilustrar a história e faça bastante perguntas.

Deus fez o mundo. Ele fez o mundo muito bonito.
Deus fez o Sol amarelo, redondo e brilhante.
Fez as árvores verdes e as flores coloridas.
Deus fez os peixinhos para nadarem na água.
Ele fez os passarinhos para voarem livres no céu.
Fez também o cavalo, o boi, o gatinho, o sapinho. Ele fez todos os animais.
Deus fez tudo muito bonito e muito bom. Deus é amor.
        
2º dia – Deus fez a boa chuva (1 Re 17.1 e 18.41-45) – “Ele derrama a chuva sobre a terra” (Jó 5.10)

SUGESTÃO – Antes da história, peça que as crianças fechem os olhos. Respingue um pouco de água nelas e pergunte o que aconteceu. Pergunte se elas já viram a chuva. Elas gostam? Ou sentem medo? Por que a chuva é boa? Converse com os pequenos.

As pessoas estavam passando fome.
Os bois e as ovelhas não tinham grama para comer. A grama e as plantas estavam muito secas.
Não chovia há muito tempo. Deus falou com seu filho Elias:
Vou mandar chuva para molhar a terra.
Uma nuvenzinha apareceu no céu. Ele cresceu e... pingue... pingue... a chuva caiu.
A grama e as plantas começaram a crescer.
Agora todos tinham o que comer. Deus havia mandado chuva.
Deus é amor.

3º dia – Deus fez as pessoas (Gn 1.26-31 e 2) – “E viu Deus que isso era bom” (Gn 1.10)

SUGESTÃO – Antes da história leve as crianças a observarem as diferenças entre elas. Observem também em que são iguais. Converse sobre o que eles gostam neles. Todos somos pessoas criadas por Deus com muito amor e carinho.

Deus fez o mundo todo muito bonito. Fez o céu azul, a terra marrom, as flores coloridas...
Deus fez os peixes, os passarinhos e todos os animais.
Depois de criar tudo isso, Ele fez a primeira pessoa.
Era um homem chamado Adão. Para Adão não ficar sozinho, criou Eva.
As pessoas criadas eram muito especiais. Elas eram parecidas conosco.
Deus deu uma inteligência para as pessoas e gostava de conversar com elas.
Deus fez o homem e a mulher para serem seus amigos.
Deus é amor.

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TRABALHOS MANUAIS

Dia
Tema
Técnica
Materiais
Deus fez o mundo
Confecção de cartaz


- Figuras diversas recortadas sobre a natureza
- Cola
- Papel pardo ou cartolina com o tema: Deus criou

- Num primeiro momento, os professores separam com as crianças as figuras pertinentes ao tema. Podem ser recolhidas folhas secas, flores e outros itens para colar no cartaz.
- No segundo momento da oficina de artes, os grupos colam as figuras e os itens separados no cartaz.

Dia
Tema
Técnica
Materiais
Deus fez a boa chuva
Pintura com guache

- Cartolina
- Tinta guache colorida
- Vasilhas com água
- Pincéis
- Aventais (podem ser usados sacos de lixo)

- Desenho livre sobre a natureza com guache.
- Num segundo momento, em papel preto, desenhos da noite podem ser feitos com lápis prata.

Dia
Tema
Técnica
Materiais
Deus fez as pessoas
Desenho sobre papel pardo.
- Papel pardo
- Giz de cera ou canetinha

- Esticar o papel no chão e deitar as crianças.
- Desenhar a silhueta das crianças no papel.
- Pedir que os pequenos pintem o desenho, completando com boca, olhos...
- Enfatizar o corpo criado por Deus, bonito e perfeito.