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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Reflexão Pessoal
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Reflexão Pessoal
O que hoje é certeza, ontem não existia e amanhã poderá não ser mais. Os olhares que me fitam, podem fazê-lo por mero acaso e amanhã, quem sabe, nem de mim se lembrarão... O que para mim hoje é motivo de inspiração, poderá vir a ser decepção. A segurança que hoje (acho) tenho, poderá não passar de ilusão. Não há chão firme, tempo certo ou alegria permanente. A vida plena independe do que sinto. A vida é somente vida quando é com Cristo.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Dia dos Pais - IDÉIAS
Apesar de estar muito em cima, deixo algumas idéias para o dia dos pais nas classes infantis.
Se quiser mais idéias, acesse o blog sobreeducacao2010.blogspot.com
baudaweb.blogspot.com/2011/08/dia-dos-pais-cartao-lembrancinhas-para.html
Se quiser mais idéias, acesse o blog sobreeducacao2010.blogspot.com
sábado, 30 de julho de 2011
A Ressurreição do Corpo
O Senhor Jesus Cristo... transformará os nossos corpos humilhados, tornando-os semelhantes ao seu corpo glorioso.
Filipenses 3.20-21
A vitória de Cristo sobre a morte indica ainda a natureza da ressurreição. Primeiramente, o Senhor ressurreto não foi um cadáver trazido de volta à vida. Não cremos que nossos corpos serão milagrosamente reconstituídos das partículas da matéria que os compõe hoje. Jesus realizou três ressurreições durante o seu ministério — a do filho da viúva de Naim, a da filha de Jairo e a de Lázaro. É compreensível a simpatia que C. S. Lewis expressou por Lázaro: “Ser trazido de volta e ter de passar pela morte de novo foi bastante difícil”. A ressurreição de Jesus, no entanto, não foi uma ressuscitação. Ele foi promovido a um novo plano de existência no qual ele não era mais mortal, mas “vivo para todo o sempre” (Ap 1.18).
Segundo, nossa esperança cristã de ressurreição não é simplesmente na sobrevivência da alma. O próprio Jesus disse após sua ressurreição: “Sou eu mesmo! Toquem-me e vejam; um espírito não tem carne nem ossos, como vocês estão vendo que eu tenho” (Lc 24.39). Logo, o Senhor ressurreto não era nem um cadáver reanimado, nem um fantasma. Ele foi ressuscitado dentre os mortos e ao mesmo tempo transformado em um novo veículo para a sua personalidade. Além disso, nosso corpo ressuscitado será como o de Jesus, que foi uma extraordinária combinação de continuidade e descontinuidade. Por um lado, havia uma clara relação entre seus dois corpos. As cicatrizes ainda estavam em suas mãos, seus pés e seu lado, e Maria Madalena reconheceu sua voz. Por outro lado, seu corpo atravessou as vestes no túmulo, a pedra selada e portas trancadas, deixando claro que tinha novos e inimagináveis poderes.
O apóstolo Paulo ilustrou essa combinação a partir da relação entre sementes e flores. A continuidade assegura que cada semente produza sua própria flor. A descontinuidade, no entanto, é mais importante, uma vez que a partir de uma pequena semente comum e até mesmo feia brotará uma flor perfumada, colorida e graciosa. “Assim será com a ressurreição dos mortos” (1Co 15.42). Para resumir, aguardamos ansiosamente não por uma ressuscitação (na qual seríamos ressuscitados, mas não transformados), nem por uma sobrevivência (na qual seríamos transformados em um fantasma, mas não ressuscitados corporalmente), mas por uma ressurreição (na qual seremos erguidos e transformados, transfigurados e glorificados simultaneamente).
Leitura recomendada
1 Coríntios 15.35-38
[Texto retirado de A Bíblia Toda, o Ano Todo, da Editora Ultimato]
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Crente fica doente?
Creio em milagres. Creio que Deus cura hoje em resposta às orações de seu povo. Durante meu ministério pastoral, tenho orado por pessoas doentes que ficaram boas. Contudo, apesar de todas as orações, pedidos e súplicas que os crentes fazem a Deus quando ficam doentes, é um fato inegável que muitos continuam doentes e eventualmente, chegam a morrer acometidos de doenças e males terminais.
Uma breve consulta feita à Capelania Hospitalar de grandes hospitais de algumas capitais do nosso país revela que há números elevados de evangélicos hospitalizados por todos os tipos de doença que acometem as pessoas em geral. A proporção de evangélicos nos hospitais acompanha a proporção de evangélicos no país. As doenças não fazem distinção religiosa.
Para muitos evangélicos, os crentes só adoecem e não são curados porque lhes falta fé em Deus. Todavia, apesar do ensino popular que a fé nos cura de todas as enfermidades, os hospitais e clínicas especializadas estão cheias de evangélicos de todas as denominações – tradicionais, pentecostais e neopentecostais –, sofrendo dos mais diversos tipos de males. Será que poderemos dizer que todos eles – sem exceção – estão ali porque pecaram contra Deus, ficaram vulneráveis aos demônios e não têm fé suficiente para conseguir a cura?
É nesse ponto que muitos evangélicos que adoeceram, ou que têm parentes e amigos evangélicos que adoeceram, entram numa crise de fé. Muitos, decepcionados com a sua falta de melhora, ou com a morte de outros crentes fiéis, passam a não crer mais em nada e abandonam as suas igrejas e o próprio Evangelho. Outros permanecem, mas marcados pela dúvida e incerteza. Eu gostaria de mostrar nesse post, todavia, que mesmo homens de fé podem ficar doentes, conforme a Bíblia e a História nos ensinam.
1. Há diversos exemplos na Bíblia de homens de fé que adoeceram. Ao lermos a Bíblia como um todo, verificamos que homens de Deus, cheios de fé, ficaram doentes e até morreram dessas enfermidades. Um deles foi o próprio profeta Eliseu. A Bíblia diz que ele padeceu de uma enfermidade que finalmente o levou a morte: “Estando Eliseu padecendo da enfermidade de que havia de morrer” (2Re 13.14). Outro, foi Timóteo. Paulo recomendou-lhe um remédio caseiro por causa de problemas estomacais e enfermidades freqüentes: “Não continues a beber somente água; usa um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades” (1Tm 5.23).
Ao final do seu ministério, Paulo registra a doença de um amigo que ele mesmo não conseguiu curar: “Erasto ficou em Corinto. Quanto a Trófimo, deixei-o doente em Mileto” (2Tm 4.20).
O próprio Paulo padecia do que chamou de “espinho na carne”. Apesar de suas orações e súplicas, Deus não o atendeu, e o apóstolo continuou a padecer desse mal (2Co 12.7-9). Alguns acham que se tratava da mesma enfermidade da qual Paulo padeceu quanto esteve entre os Gálatas: “a minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto” (Gl 4.14). Alguns acham que era uma doença nos olhos, pois logo em seguida Paulo diz: “dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os próprios olhos para mos dar” (Gl 4.15). Também podemos mencionar Epafrodito, que ficou gravemente doente quando visitou o apóstolo Paulo: “[Epafrodito] estava angustiado porque ouvistes que adoeceu. Com efeito, adoeceu mortalmente; Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza” (Fp 2.26-27).
O próprio Paulo padecia do que chamou de “espinho na carne”. Apesar de suas orações e súplicas, Deus não o atendeu, e o apóstolo continuou a padecer desse mal (2Co 12.7-9). Alguns acham que se tratava da mesma enfermidade da qual Paulo padeceu quanto esteve entre os Gálatas: “a minha enfermidade na carne vos foi uma tentação, contudo, não me revelastes desprezo nem desgosto” (Gl 4.14). Alguns acham que era uma doença nos olhos, pois logo em seguida Paulo diz: “dou testemunho de que, se possível fora, teríeis arrancado os próprios olhos para mos dar” (Gl 4.15). Também podemos mencionar Epafrodito, que ficou gravemente doente quando visitou o apóstolo Paulo: “[Epafrodito] estava angustiado porque ouvistes que adoeceu. Com efeito, adoeceu mortalmente; Deus, porém, se compadeceu dele e não somente dele, mas também de mim, para que eu não tivesse tristeza sobre tristeza” (Fp 2.26-27).
Temos ainda o caso de Jó, que mesmo sendo justo, fiel e temente a Deus, foi afligido durante vários meses por uma enfermidade, que a Bíblia descreve como sendo infligida por Satanás com permissão de Deus: “Então, saiu Satanás da presença do Senhor e feriu a Jó de tumores malignos, desde a planta do pé até ao alto da cabeça. Jó, sentado em cinza, tomou um caco para com ele raspar-se” (Jó 2.7-8). O grande servo de Deus, Isaque, sofria da vista quando envelheceu, a ponto de não saber distinguir entre Jacó e Esaú: “Tendo-se envelhecido Isaque e já não podendo ver, porque os olhos se lhe enfraqueciam” (Gn 27.1). Esses e outros exemplos poderiam ser citados para mostrar que homens de Deus, fiéis e santos, foram vitimados por doenças e enfermidades.
2. O mesmo ocorre na História da Igreja. Nem mesmo cristãos de destaque na história da Igreja escaparam das doenças e dos males. João Calvino era um homem acometido com freqüência de várias enfermidades. Mesmo aqueles que passaram a vida toda defendendo a cura pela fé também sofreram com as doenças. Alguns dos mais famosos acabaram morrendo de doenças e enfermidades. Um deles foi Edward Irving, chamado o pai do movimento carismático. Pregador brilhante, Irving acreditava que Deus estava restaurando na terra os dons apostólicos, inclusive o da cura divina. Ainda jovem, contraiu uma doença fatal. Morreu doente, sozinho, frustrado e decepcionado com Deus.
Um outro caso conhecido é o de Adoniran Gordon, um dos principais líderes do movimento de cura pela fé do século passado. Gordon morreu de bronquite, apesar da sua fé e da fé de seus amigos. A. B. Simpson, outro líder do movimento da cura pela fé, morreu de paralisia e arteriosclerose. Mais recentemente, morreu John Wimber, vitimado por um câncer de garganta. Wimber foi o fundador da igreja Vineyard Fellowship (“A Comunhão da Vinha ou Videira”) e do movimento moderno de “sinais e prodígios”. Ele, à semelhança de Gordon e Simpson, acreditava que pela fé em Cristo, o crente jamais ficaria doente. Líderes do movimento de cura pela fé no Brasil também têm ficado doentes. Não poucos deles usam óculos, para corrigir defeitos na vista e até têm defeito físico nas mãos.
O meu ponto aqui é que cristãos verdadeiros, pessoas de fé, eventualmente adoeceram e morreram de enfermidades, conforme a Bíblia e a História claramente demonstram. O significado disso é múltiplo, desde o conceito de que as doenças nem sempre representam falta de fé até o fato de que Deus se reserva o direito soberano de curar quem ele quiser.
Augustus Nicodemus Lopes
domingo, 24 de julho de 2011
EBF - Continuando o planejamento...
Atividades para a Oficina de Artes
4 E 5 ANOS
DIA | TÉCNICA | MATERIAIS |
1º | · MASSINHA – Entregar massinha para as crianças prepararem alimentos variados. Os orientadores devem ajudar e trazer alguns prontos para os alunos observarem. Ao final, montar um cardápio saudável. · COLAGEM – Buscar figuras de alimentos e montar um prato que as crianças gostem. Cada menino pode elaborar o seu. | · Massinhas variadas · Folhas coloridas com o título: Gosto muito de comer... · Figuras/revistas diversas · Cola · Tesoura |
2º | · CENÁRIO – As crianças recebem folha com o cenário do nascimento de Jesus. Pintam algumas partes e colam palha na manjedoura, além de bonequinho como Jesus. | · Folha com a cena da manjedoura. · Palha. · Cola. · Bonequinho para colar na manjedoura. · Cola com gliter para enfeitar a estrela. |
3º | · Preparar vários itens da natureza, seja com papel, sucata ou balões. Animais de balões, árvores com sucata (rolos PP higiênico, e copa de PP para embrulhar balas, flores com forminhas de doce...) | · Balões compridos. · Cola. · Tesoura. · Rolos de PP higiênico · Papel de bala para festa. · Crepon colorido. |
6 A 8 ANOS
DIA | TÉCNICA | MATERIAIS |
1º | · MASSINHA – Entregar massinha para as crianças prepararem alimentos variados. Os orientadores devem ajudar e trazer alguns prontos para os alunos observarem. Ao final, montar um cardápio saudável. · COLAGEM – Buscar figuras de alimentos e montar um prato que as crianças gostem. Cada menino pode elaborar o seu. | · Massinhas variadas · Folhas coloridas com o título: Gosto muito de comer... · Figuras/revistas diversas · Cola · Tesoura |
2º | · DOBRADURA – Prepare com os meninos um barco de papel através de dobradura. · PINTURA – Pintar tanto o barquinho feito, como um desenho do dilúvio. · MONTAGEM – Colar no barquinho figuras de animais e pessoas. | · Figurinhas de animais e pessoas sobre o dilúvio. · Tesouras. · Cola. · Papel para dobradura. · Lápis de cor ou de cera. · Canetinhas. |
3º | · RECORTE E COLAGEM – Prepare com os meninos um livro sem palavras pequeno. · MINIATURA – Com uma caixa de fósforos, preparar uma mini Bíblia, colando papéis na capa e pelas bordas. | · Caixas de fósforos. · Papéis pretos, dourados, vermelhos, verdes e brancos. · Cola. · Tesoura. |
9 A 11 ANOS
DIA | TÉCNICA | MATERIAIS |
1º | · CONFECÇÃO DE LIVRO DA CRIAÇÃO – Entregar a cada criança um conjunto de folhas para que eles criem as páginas da criação. Cada folha, um dia da criação. Pode ser por desenhos e pintura ou colagem. Capa e mais uma folha para cada dia. | · Guia dos dias da criação para todos consultarem. · Folhas variadas. · Figuras diversas. · Lápis de cor e/ou giz de cera. · Cola. · Tesouras. |
2º | · MONTAGEM de manjedoura com palitos de picolé e palha. · MONTAGEM de rolo com escrito sobre a promessa da vida de Cristo. | · Palitos de picolé. · Cola. · Palha. · Boneco pequenininho. · Palito de churrasco. · Fita adesiva. |
3º | · FLOR com as cores do livro sem palavras. | · Palitos de churrasco. · Cartolina preta, vermelha, dourada, verde, rosa claro e branco. · Colchetes. |
12 A 14 ANOS
DIA | TÉCNICA | MATERIAIS |
1º | · HISTÓRIA ILUSTRADA – O grupo prepara em folhas, a história da mulher pecadora quando encontra Jesus, conforme Lucas 7.36-50. | · Folhas diversas. · Canetas pilot. · Giz de cera. · Cola. · Tesoura. |
2º | · CARTÃO – Cada participante criará um cartão bem especial que fale de amor, com coração de dobradura ou com colagem de miçangas. A tarefa será entregar o cartão para alguém que eles tenham ofendido ou que precisem perdoar. | · Cartolina. · Canetinha, lápis de cor, giz de cera. · Tesoura, cola. · Papel para dobradura ou miçangas vermelhas e rosas. |
3º | · PULSEIRA do livro sem palavras. Confecção de pulseira com 5 contas coloridas (preto, vermelho, branco, dourado e verde) para cada aluno. | · Cordão encerado · Contas coloridas (preta, vermelha, branca, dourada e verde). |
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